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Luiz Henrique da Silveira pretende ampliar governança eletrônica no Estado

O Conselho de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação de Santa Catarina (CETIC-SC) promoveu no dia 29 de agosto em Joinville o primeiro encontro com candidatos que pleiteiam o Governo do Estado. Luiz Henrique da Silveira comprometeu-se em atender alguns pontos do documento apresentado pelo setor

Promover a governança eletrônica na estrutura do Estado, avançar na criação de linhas de financiamento para o setor de tecnologia e ampliar as iniciativas de inclusão digital foram alguns dos compromissos que o candidato da coligação Todos por Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, destacou em encontro com as principais entidades do setor no Estado.

Na oportunidade os empresários apresentaram um documento que ressaltava os principais direcionamentos que o Governo do Estado deve adotar na sua próxima gestão. "Acreditamos que o Executivo estadual deva ser um ente fomentador de umas principais economias do Estado, que gera cerca de 20 mil empregos e chega a faturar R$ 1,5 bilhão ao ano", defende Heitor Blum S.Thiago, presidente do CETIC-SC.

Segundo o candidato a governador Luiz Henrique da Silveira, o desenvolvimento científico e tecnológico será uma das prioridades de sua próxima gestão. "Dentro do plano que elaboramos para nossa próxima gestão estão diversos pontos que o setor reivindica. Estávamos aguardando esta reunião com o setor para ampliar ainda mais nosso compromisso com esta indústria", explica o candidato do PMDB. Algumas das reivindicações como o estabelecimento de uma cota para o setor nas bolsas do Artigo 170 para estudantes universitários da rede particular e a criação de parcerias com o setor privado devem constar na atualização do plano de governo do candidato.


Amin elenca setor de tecnologia como prioridade de governo

Empresários do setor de tecnologia da informação e comunicação de Santa Catarina estiveram na última segunda-feira (11 de setembro) reunidos em Florianópolis com o candidato ao governo do Estado, Esperidião Amin. Na oportunidade as entidades, organizadas através do CETIC-SC, apresentaram documento com propostas para o setor

O candidato a governador da coligação Salve Santa Catarina comprometeu-se com diversos pontos presentes no documento que o Conselho de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado (CETIC-SC) está apresentando. Tirar Ciência e Tecnologia da Secretaria de Educação foi um dos compromissos firmados por Amin na noite de segunda a cerca de 50 empresários do setor. "Manter Ciência e Tecnologia atrelado a pasta da Educação não é compatível com meu objetivo de priorizar esta importante economia no Estado", explicou Amin aos presentes. O candidato pretende colocar o setor no primeiro escalão de seu governo, conforme reivindicação do Conselho de Entidades.

A atuação do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (CIASC), empresa responsável por prestar serviços de tecnologia para o Governo, é questionada pelas entidades do setor. Amin concorda com os empresários e promete dar nova função para a empresa. "O Governo não deve ter funções executivas para o setor de TIC, mas sim de animador e fomentador", rebateu o candidato.

A capacitação da mão-de-obra para as empresas de tecnologia do Estado será incentivada pela criação de centros de referência e educação em diversas regiões do Estado, explica Amin. O candidato pretende usar recursos disponíveis da FAPESC para criar estes centros. "Pretendo ajudar Santa Catarina a ter uma educação diferenciada", aponta. Uma das principais reivindicações e preocupações dos empresários diz respeito a este assunto. "O setor atualmente precisa de mais profissionais do que as instituições de Ensino são capazes de oferecer", afirma Heitor Blum S.Thiago, presidente do Conselho de Entidades.


Empresas catarinenses já podem solicitar recursos do programa Juro Zero

As empresas interessadas nas linhas de financiamento do programa Juro Zero já podem protocolar seus pedidos no site www.jurozero.finep.gov.br. Os requisitos básicos para as empresas terem acesso ao programa é ter no ano passado faturado entre R$ 334 mil e R$ 10,5 milhões, possuir solvência financeira, apresentar plano de negócios que tenha a inovação tecnológica caracterizada e pertencer a um destes segmentos: semicondutores, software, bens de capital, fármacos e medicamentos, biotecnologia, nanotecnologia, biomassa e maricultura.

O empresário deve, no momento de protocolar o pedido, estar de posse de um certificado digital ICP Brasil A1. Em Santa Catarina, é possível adquirir estes certificados, do tipo e-CNPJ, através do Serasa, Serpro, Certisign, ou ainda de qualquer outra autoridade certificadora credenciada pela ICP Brasil.

Após preencher um formulário com informações gerais na internet, a empresa tem cinco dias para entregar os documentos no parceiro estratégico da FINEP em Santa Catarina - a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE). Uma comissão local formada pela ACATE, SC Parcerias, FAPESC, FINEP e um empresário do setor irá emitir um parecer quanto ao pedido e, depois, a documentação será encaminhada para Brasília. Lá a FINEP analisa o material e em 30 dias, caso positivo, o financiamento já está disponível para a empresa.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ACATE


Conjuntura
Tecnologia vai contra a corrente e supera crise

Segmento reúne mais de mil empresas no Estado que aproveitam aquecimento no mercado interno para crescer

Na contramão da tendência do Estado, o setor de tecnologia cresce a taxas de 16% a 17% anuais nos últimos cinco anos. Em 2006, a perspectiva é superar esta marca. Com a produção de soluções tecnológicas e softwares, as mais de mil empresas do ramo oferecem alternativas para os outros segmentos produtivos, principalmente em momentos de crise.

O presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), Alexandre D'Ávila de Cunha, explica que a cotação do dólar não chega a atingir o setor, que ainda exporta pouco, mas tem o mercado interno bastante aquecido. Por isso, não sente os reflexos da desaceleração da economia.

- Conseguimos importantes avanços no sentido de unificar a representatividade de toda a categoria, com a criação do Cetic (Conselho das Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação) e com o programa Juro Zero, que vai garantir R$ 20 milhões em recursos, sem juros, para fomentar o setor - diz.

Segundo ele, em 2000 eram menos de 400 empresas associadas e hoje passam de 1 mil, que movimentam juntas R$ 1 bilhão por ano.

- Nossa meta é chegar a US$ 1 bilhão, número bem mais atraente quando em dólar - afirma.

Um exemplo da pujança do setor é a empresa Nexxera, que conseguiu crescimento expressivo de 60% em 2005 e deve encerrar este ano com mais 60% de aumento. O presidente da empresa, Edson Silva, explica que os serviços oferecidos pela Nexxera auxiliam na gestão de outras companhias, que usam mais os produtos em momentos de crise.

- Temos um papel importante porque nossa atividade contribui para a redução de custos e ganho de produtividade de outras empresas - afirma Silva.

Fonte: Diário Catarinense (20/08/06)


Incubadora de Florianópolis recebe Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador

O CELTA (Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas), incubadora de empresas da Fundação CERTI, recebeu o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, categoria Programa de Incubação de Empreendimentos Inovadores orientados para o Desenvolvimento de Produtos Intensivos em Tecnologia (PTI), promovido pela Anprotec, entidade que congrega os parques, incubadoras e empresas de base tecnológica de todo o país. A empresa catarinense Reivax Automação e Controle, criada no CELTA, recebeu o prêmio de Empresa Graduada de 2006 - empresa graduada é aquela que passou por um processo de incubação.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Fundação CERTI